Por Ana Clara Jovino 28/01/2021

Tanto no Brasil como no mundo, o famoso Fusca, carro produzido pela Volkswagen, prova que faz sucesso por onde passa, mesmo depois de 25 anos sem ser fabricado em território brasileiro. O Fusquinha ainda é um dos mais queridos no mercado de usados, prova disso é que foram vendidos 57.405 carros em 2020, de acordo com a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

Foi em 1959 que começou a ser produzido oficialmente no Brasil e desde então o automóvel é um dos mais presentes na memória afetiva dos brasileiros. O sucesso é tanto que que clubes dos amantes do veículo surgiram e duram até hoje. Em Fortaleza existe o Fortal Fusca Clube. Para falar sobre como o veículo se tornou um ícone automobilístico, o Programa Fortaleza 6.0 do último sábado (23) recebeu Claudisia Maria Silva Soares, 63 anos, presidente do Fortal Fusca Clube, e Beto Rocha, 60 anos, Vice presidente.

Claudisia acredita que o veículo é tão presente no imaginário do brasileiro por ser muito popular. “Mesmo depois de vinte cinco anos ainda faz sucesso, creio que porque quase toda família brasileira sempre teve um fusca, a maioria quer resgatar a história”, explica.

Já o Analista de Redes e Computadores, Leo Campos Aragão, acredita que o Fusca faz tanto sucesso por ter a beleza de ser simples. “Hoje a tecnologia domina os automóveis novos, o Fusca além de ser um momento saudosista é algo onde podemos expressar a simplicidade de ser”.

Paixão que ultrapassa gerações

Leo Campos Aragão é um apaixonado pelo Fusca graças a seu pai, que comprou um Fusquinha 1979 quando ele ainda era criança (Foto: Leo Campos Aragão)

Leo Campos Aragão é um apaixonado pelo Fusca graças a seu pai, que comprou um Fusquinha 1979, da cor laranja, quando ele ainda era criança. “Lembro ainda que o carro não veio para casa e sim foi a oficina fazer manutenção. Apesar de ter apenas 9 anos na época, lembro de visitas a oficina”.

O fotógrafo Iago Monteiro, que teve um Fusquinha como primeiro carro, explica que herdou o carro de seu avô e a paixão foi passada de pai para filho. “Quando enfim eu completei 18 anos e adquiri minha habilitação, minha mãe perguntou se eu teria coragem mesmo de ter um Fusca como primeiro carro, e na mesma hora eu disse que sim! Meu pai teve muitos Fuscas enquanto eu era criança, então era um carro que eu era muito familiarizado. Enquanto todos os meus amigos tinham carros do ano, eu tinha um Fusca 1983 como meu carro do dia a dia”, relata Iago.

Você pode conferir a entrevista completa no Programa Fortaleza 6.0, do último sábado (23), com Claudisia Maria Silva Soares, presidente do Fortal Fusca Clube, e Beto Rocha, Vice presidente, no áudio abaixo:

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