Amanheceu o dia e o cuidador já administrou os medicamentos em jejum de seu paciente, retira-o do leito com carinho e leva-o ao banheiro para acompanhar suas necessidades fisiológicas; atento ao banho, o cuidador limpa a pele do idoso com delicadeza, pois sabe de sua fragilidade cutânea, enxuga, coloca fralda, veste a roupa, hidrata a pele, beneficia-o com o banho de sol. Por vezes, tem que preparar em torno de seis alimentações por dia e óbvio, alimentar seu cliente dentro de suas limitações, ainda, acompanhá-lo nas atividades religiosas, culturais, nas consultas com profissionais de saúde, ser porta-voz das necessidades do idoso e, por que não, compartilhar emoções. Esse é um resumo paupérrimo da rotina de um cuidador, em poucas linhas não me atrevo em dizer que tive êxito, não por desconhecimento, como enfermeira, intitulo-me cuidadora, e sim, pela complexidade desta tarefa.

No site do Ministério do Trabalho encontramos: a descrição da função, as competências pessoais e as atividades desempenhadas pelo cuidador, assuntos discutidos, muitas vezes, em capacitações para esse profissional e que servem de norte para evitar excessos ou irregularidades nas relações de trabalho. Acredito que contravenções como: carga horária incompatível com o salário, horários de intervalos e descanso desrespeitados, são por desconhecimento da legislação relacionada ao trabalho doméstico por parte da população que contrata os serviços de um cuidador ou pelo simples fato de se transgredir a lei na certeza de não ser punido. Alguns desses acontecimentos de transgressão ouvimos dos cuidadores que convivemos, através do Curso de Cuidador de Idosos do qual sou facilitadora.

Neste sentido, a profissão de cuidador é uma das que mais cresce no Brasil, segundo IBGE, suas competências, sua importância no bem-estar do paciente, seus direitos, e acima de tudo o altruísmo ligado a essa profissão, devem ser divulgados nos meios de comunicação para que nossa sociedade que, está envelhecendo, possa conhecer e valorizar essa categoria que surgiu das necessidades básicas de todos nós: “sermos cuidados”.

Sônia Barros, enfermeira, foi nossa entrevistada no Programa Fortaleza 6.0, na Rádio Tempo, 103.9, no dia 29 de fevereiro de 2020.

Ouça o programa na íntegra no podcast:

 

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O Programa Fortaleza 6.0 tem transmissão ao vivo, todos os sábados, das 10 às 11horas. A programação promove ações do projeto Fortaleza Cidade Amiga do Idoso; entrevistas com profissionais que trabalham em prol do envelhecimento saudável e conversas com idosos que são exemplos por saberem conduzir as suas vidas após certa idade com tanta vitalidade, autonomia, disposição e alegria de viver.

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